quarta-feira, 2 de maio de 2018
Austin eleva, de ‘brBBB+’ para ‘brA-’, o rating do Banco Paulista S/A
A Austin Rating informa que, em 27 de abril de 2018, elevou, de ‘brBBB+’ para ‘brA-’, o rating de crédito de longo prazo do Banco Paulista S/A (Banco Paulista / Banco). Na mesma oportunidade, afirmou a classificação de curto prazo ‘brA-2’. A perspectiva dos ratings é estável. A elevação do rating está fundamentada na metodologia de avaliação de risco de instituições financeiras da Austin Rating e reflete, principalmente, os seguintes pontos: (i) a capitalização do Banco e a boa folga nos seus limites operacionais (índice de Basileia), com efeito positivo na sua capacidade de expandir, sobretudo, seus ativos de crédito; (ii) a boa qualidade da carteira de crédito manifestada nos baixos indicadores de inadimplência reportados nos últimos semestres; (iii) a boa cobertura de provisões relativamente aos volumes de atraso registrados na carteira de crédito; (iv) o baixo risco de liquidez refletido nos elevados níveis de caixa e equivalentes caixa disponíveis, ante as obrigações a vencer da instituição financeira; (v) diversificação dos negócios e das fontes de receita (intermediação financeira, operações de crédito, serviços de câmbio, serviços bancários e financeiros, corretagem de títulos e valores mobiliários, etc.); (vi) em linha com o item anterior, o Banco apresenta menor vulnerabilidade à eventuais restrições associadas a uma estratégia de crescimento focada na atividade de crédito, considerando a reduzida retomada da atividade econômica no país, bem como na redução dos spreads bancários e o gradual aumento da concorrência entre as instituições financeiras; (vii) a alavancagem em crédito do Paulista é reduzida, exibindo uma relação de 2,2x o PL em dez/17, o que lhe confere ampla folga para o crescimento destas atividades, sem penalizar a política de crédito e de risco adotadas pelo Banco; (viii) posição conservadora da Tesouraria, minimizando o risco de mercado, sobretudo na exposição cambial, através do uso de instrumentos financeiros derivativos de proteção (hedge), mitigando um eventual impacto negativo na solvência do Banco; (ix) O Banco Paulista tem reportado maior lucratividade recorrente e melhores indicadores de rentabilidade nos quatro últimos exercícios, pontos que, aliados ao comprovado comprometimento financeiro dos acionistas com o bom funcionamento do Banco, conferem à instituição financeira de boa solidez financeira intrínseca.